NÃO VOLTE PARA O LEÃO MORTO

MORTO

“INSIGHT” – Em Juízes cap 14 verso 8 está escrito: ” E depois de alguns dias voltou ele (Sansão) para tomá-la, e, apartando-se do caminho para ver o corpo do leão morto, eis que nele havia um enxame de abelhas com mel.” Sansão foi um juiz levantado, separado e ungido pelo Senhor. Porém foi um dos personagens mais problemáticos da Bíblia. No início deste mesmo capítulo vemos Sansão se apaixonando por uma mulher filistéia. O que desagradou profundamente seus pais. Quando voltava para sua casa, na companhia dos pais ele encontra um leão e o mata, despedaçando-o. Após algum tempo, quando ele vai se encontrar com a mulher estrangeira, sai do caminho e vai até o leão que havia matado. Contudo em meio à podridão da carcaça do felino, ele encontra abelhas e mel. Sansão não perde tempo, se lambuza com o mel e ainda leva para casa, a fim de compartilhar com sua família. Na nossa estrada da vida, após termos conhecido o amor de Cristo, matamos uma infinidade de “leões” que, furiosos, queriam nos matar. Entretanto, não entendemos porque, em muitos momentos tomamos a mesma atitude de Sansão. Sabemos que um relacionamento do passado, um vício, um mal costume, alguma atitude ou atividade que praticávamos antes da conversão quase nos matara, porém, mesmo sabendo disso, alguma força maior do que nós nos leva até o “leão morto” novamente. Pior, encontramos mel, prazer, satisfação e gozo em meio àquela podridão toda. Não bastando corrompermos somente a nós, tal qual o juíz insensato, levamos o “mel”, as consequências, para nossa inocente familia. Que tragédia. Por que ainda nutrimos uma paixão antiga? Mantemos escondidas fotos, nr de celular, lembranças e devaneios de algo que no passado só nos fez mal? Miseráveis somos ao voltarmos à podridão que pelo Sangue do Cordeiro Eterno fomos libertos. Não saiamos do caminho para voltarmos ao defunto mal cheiroso e contaminado do pecado. É preferível a amargura momentânea da auto negação do que a doçura relâmpago do leão morto. Eu fico com o Leão da Tribo de Judá, que Vive Eternamente.

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